“O Que Há Mais Além?"
(Parte 3)
(Sobre os Upanishads)
12 de Outubro de 2008
OM…OM…OM…
Sai Ram
Com Pranams aos Pés de Lótus de Bhagavan,
Queridos Irmãos e Irmãs,
sOmos apenas distribuidores de PRASADAM
Deixem-me partilhar algumas notícias alegres com vocês: as nossas conversações de domingo tem sido publicadas em forma de livro para o benefício dos devotos. Até agora, cinco livros cobrindo nossas conversações de domingo foram publicadas. O primeiro é Sai Sandesh, o segundo é Sai-cology, o terceiro é Sai Vedam, a quarta é Divinos Narcisos, e o quinto e mais recente, é Flores de Sai. Devo admitir abertamente que é a graça de Bhagavan que impulsionou a nossa Book Trust para publicar estas conversações de domingo em forma de livro, e estou muito grato a Bhagavan e agradecidos a nossa Book Trust por isso.
Gostaria também de mencionar que isto não era o que tínhamos em mente no inicio. Começou com um grupo de devotos gravando as conversações. Eles as traduziam em cinco ou seis línguas estrangeiras para o benefício dos devotos Sai. Eles também começaram a colocar vídeos das conversações no site.
Estas conversações são utilizadas nos círculos de estudos e outras reuniões
de devotos. As pessoas as receberam de todo coração porque é tudo de
Bhagavan. Somos apenas os distribuidores. Quando se distribui
prasadam, vocês se congratulam com o
homem que o distribui? Não. O prasadam é
de Bhagavan e o dever de vocês é distribuí-lo adequadamente com um rosto
sorridente, sem gritos. Por isso não somos senão distribuidores de
prasadam na forma de nossas conversações
de domingo.
A gravação, os vídeos, a tradução, e a colocação das conversações no site
são todas feitas por uma equipe de pessoas lideradas pelo irmão
Lakhi. Bhagavan Baba sabe muito bem quão
belamente eles trabalham, de forma coordenada e integrada. O resultado é
visto na forma como as pessoas recebem esses livros. Quero que todos vocês
concedam ao irmão Lakhi e sua equipe um grande
aperto de mãos! (Aplausos)
Rezo a Bhagavan para abençoar ele e sua equipe, porque eles têm avançado ao
fazer este trabalho que tem permanência e é universal. Um atividade física
particular está restrita a um tempo; um festival
em especial está limitado a uma estação. Mas estas palestras contendo as
palavras de Swami são permanentes e universais e internacionais. Isto é
muito benéfico, uma espécie de tesouro para a
posteridade.
Lakhi e sua equipe têm feito um enorme serviço
para o mundo de devotos Sai. Em nome de todos vocês, apresento esta copia de
Flores de Sai, que está para ser lançado por Bhagavan Baba durante
Dasara, ao Sr. Lakhi
e sua equipe. Irmão Lakhi, por favor, venha até
aqui e receba este exemplar. (Aplausos)
Obrigado. É apenas um símbolo do nosso amor e apreço para com todos vocês. Transmita os nossos cumprimentos à equipe e boa sorte.
BABA lembra a TODOS nós
Agora, antes de entrar na conversa desta manhã, existem alguns pontos pendentes mencionadas pelo Bhagavan em Seu último discurso, os quais queria compartilhar com vocês. Do ângulo físico, Bhagavan mencionou um ponto que deve ter chamado sua atenção. O que Ele disse?
"As pessoas pensam que Me esqueço. Não. Não sou esquecido. Tenho oitenta e
três (embora eu dissesse oitenta e quatro, e me corrigiu), mas ainda não
esqueci nada", disse Ele.
Isto é suficiente para que todos nós afirmemos e confirmemos que Swami
lembra de todos nós, que Ele se lembra de nossas
famílias, tal como Ele sempre tem feito, e que não se deve duvidar de Sua
memória. Se houver alguém que duvide disso, estou certo de que eles irão
rever as suas opiniões.
Não confunda BHAGAVAN com um humano comum
O segundo ponto que Ele se referiu foi que algumas vezes, devido a que estamos tão perto Dele, cometemos o erro de duvidar de que Ele é uma Encarnação e Lhe tomamos como um ser humano comum. Como seres humanos, é natural que tenhamos estes pensamentos. Algumas pessoas têm a coragem de expressar suas dúvidas, enquanto outros não.
O ponto que Bhagavan deixou bem claro foi este: "Não me confunda com um
homem normal, Eu não sou". Ele fez essa declaração duas vezes. Este é um
erro que somos susceptíveis de cometer por causa
da nossa proximidade com Ele.
Nós não somos os únicos que cometem este erro. No passado, também, houve
encarnações que sofreram de tais sentimentos. Dasaratha,
Kaika e Ravana
estavam errados sobre Rama. A maioria das pessoas entendeu Krishna mal.
Continuamos a cometer os mesmos erros, e Ele continua a deixar-nos saber que
estamos enganados.
Este Avatar escolheu este momento para dizer claramente: "Não cometa o erro
de pensar que sou um ser humano". Ele repetidamente e categoricamente tornou
isto claro para todos nós, na medida em que Ele disse:,
"Vishnu, o Todo-Poderoso, o Divino
Vishnu, o onipresente e todo expansivo, esse
Vishnu está agora se movendo sob a forma de
Sathyanarayana Raju
- Sathya Sai Baba ".
Isso é o que Ele disse. Sathya Sai Baba, que se move em nosso meio é
Sathyanarayana Raju,
que não é diferente do Senhor Vishnu, o Divino
princípio cósmico. Ele o disse de forma muito, muito clara. Portanto, a
partir do ponto de vista humano, estes dois pontos são claros: que Ele não é
esquecido e que Ele é o Divino Encarnado.
O nosso maior erro: relacionar o caminho espiritual com o ganho mundano
O terceiro ponto que Ele mencionou é aquele que discutimos nas nossas reuniões de domingo. Não me importo em repeti-lo, porque serve como um lembrete. Quando repito algo, não pense que estou repetindo porque vocês não estão me acompanhando. Não, é para o meu próprio bem que repito, de modo que o ensinamento possa ser absorvido. É como esfregar uma pomada uma e outra vez até que ela seja totalmente absorvida.
Na maioria das vezes vinculamos a nossa busca espiritual com nossas vantagens mundanas. "Swami venho até Vós sempre que recebo uma promoção", poderíamos dizer. Ou, "Swami, vou aceitá-Lo como Deus, se intervir para que meu filho consiga um visto". Ou talvez: "Vós sois certamente Deus se me fizer correr pela rua, uma vez que agora estou sofrendo de artrite"!
Por isso, vinculamos o caminho espiritual e sadhana com ganhos
mundanos e conforto. Esse é o maior erro que todos cometem.
Às vezes a vida não é como queremos que seja. Um homem que estava caminhando
alegremente agora de repente pode precisar de uma bengala. Um homem robusto
e saudável pode de repente encontrar-se na cama. Estas coisas vêm sem
qualquer aviso prévio, como uma nomeação, uma mudança de destino ou uma
demissão. Nada de seis meses ou três meses de aviso prévio!
Hari Om. Isso é
tudo. (Risos)
Mas vinculamos estas coisas mundanas com o esforço espiritual. Isso é um
erro que sempre cometemos. Não só agora, não só aqui, mas em toda a parte,
sempre. É porque não podemos nos livrar dos nossos interesses mundanos
profundamente enraizados. Na realidade, em vez de levarmos Deus para o
mundo, levamos o mundo a Deus. Estamos indo no sentido contrario.
não podemos escapar dos resultados dAS nossas ações
Baba torna isto muito claro no Seu discurso. O que ele disse?
"O bem e o mal que enfrentam são os resultados que não podem escapar. Não
tenho nada a fazer com eles. Se você tem coisas boas, lucro, experiências
positivas, nunca ache que as dei. Nem os fracassos, a doença, a perda e as
coisas negativas são Meus presentes. Não. Eu não lhes dou nada, positivo ou
negativo".
Então o que fazer para obter essas coisas?
Tanto o positivo como o negativo dependem das nossas próprias ações. Toda
ação tem uma reação. Como se semeia, então se
deve colher. Como é a semente, assim será a árvore. Por conseguinte, as
nossas boas ações rendem bons resultados, e as más ações nos dão maus
resultados. Não podemos culpar Deus.
Então o que Ele faz? Ele é como um imposto de renda. Ele não irá permitir
que você fuja das conseqüências de suas ações. Podemos tentar evitar o
imposto de renda, mas não podemos evitar o pagamento de impostos sobre todas
as nossas ações sob a forma de sofrimento ou sob a forma de alegria,
qualquer que seja, dependendo de nossas ações.
o APOIO DIVINO nos AJUDA a tolerar a DOR Do SOFRIMENTO
Então o que Ele faz? Ele vela para que você seja capaz de suportar a dor, para que você seja capaz de suportar o sofrimento. Ele vela para que você não fique deprimido, para que não fique frustrado, para que você não perca o interesse pela vida. Apesar do nosso sofrimento, apesar dos nossos problemas continuamos a ser alegres. Esse é o maior apoio que Baba proporciona a todos nós.
Deixe-nos compreender que isto não é uma fuga. É este apoio Divino que nos
fornece a força para suportar o sofrimento, e do bom espírito para enfrentar
os problemas da vida. Estes são os pontos que Ele tornou muito, muito claro
durante o Seu Divino discurso no estrado que me emocionou! Se estivesse só,
teria saltado de alegria, porque creio firmemente nestes aspectos.
Finalmente Ele disse: "Você pode estar perguntando por que não tenho falado
com vocês nesses últimos dez dias? Propositalmente reservei esse dia para
falar com vocês, porque o tempo está maduro para declarar estas coisas. Este
é o momento certo para declarar estas coisas, de modo que esperei todo este
tempo".
Além disso, os oradores se sentiram embaraçados porque nenhuma das
intervenções pareceu ter impressionado a Baba, devido nenhum delas teria
sido satisfatória! Podemos entender isto porque é impossível responder as
expectativas Divinas. Podemos apenas fazer uma tentativa sincera, isso é
tudo. Os modelos estão muito além do nosso alcance. Se alguém pensa que não,
temos pena dele, isso é tudo.
Nossas conversações estão destinadas a despertar INTERESSE pelos UPANISHADS
Chegamos agora ao tema da conversa desta manhã. Tivemos duas palestras com o título anterior: "A Realidade". Na primeira palestra, "Realidade - Parte 1", tivemos uma discussão sobre Ishavasya Upanishad e, na segunda palestra, "Realidade - Parte 2", discutimos Keno Upanishad. Esta manhã teremos "Realidade - Parte 3", com Kathopanishad como seu tema.
.
Como disse, não estamos discutindo o Upanishads estrofe por estrofe
na forma convencional, como é feito por um sacerdote ou um estudioso num
templo. Estamos apenas recolhendo e compartilhando pontos importantes.
Na verdade Sri Aurobindo, o maior homem do
século, fez uma declaração. Ele disse que o objetivo de qualquer ensinamento
ou conversa é cumprido, se lhe motiva a ler mais, se lhe ajuda a mergulhar
mais profundamente no assunto, se desperta em você interesse por investigar,
por explorar e por reunir mais informações sobre o assunto. Portanto nossas
conversações sobre o Upanishads, que são limitadas
a uma hora ou duas, não são exaustivas ou cem por
cento completas. Mas se despertam seu interesse, se for catalítico no seu
objetivo, seu propósito está cumprido.
Também estamos fazendo uma tentativa para relacionar os principais pontos
dos Upanishads com a literatura Sai. Estamos combinando o que Swami
tem dito com o que dizem os Upanishads. O objetivo é ver que tudo que
Swami diz está respaldado pelos Upanishads.
Swami expressa o antigo conhecimento Upanishadico
no mais moderno estilo para que o entendamos. Se as coisas são expressas
numa maneira arcaica, antiquada, obsoleta, perdemos o interesse no assunto.
Às vezes, perdemos até o interesse pela vida!
O estilo convencional da fala dos sacerdotes é o motivo pelo qual os jovens
não vão aos templos para ouvi-los. Eles não se modernizam, enquanto as
conversações de Baba são muito interessantes para pessoas de todas as
gerações. Noventa anos de idade, oitenta anos de idade, setenta anos de
idade, sessenta anos de idade, adolescentes - todos estão interessados em
Sua fala não só porque são modernas, são ultra modernas!
Elas são científicas e técnicas, correspondendo a era
do computador. Então, com isso em mente, pensei em misturar os dois enfoques
e estou certo de que aprovarão isto. E é neste contexto que chegamos ao
terceiro Upanishad: o
Kathopanishad.
o kATHOPANISHAD É uma conversa entre NACHIKETA e o senhor Yama
Existem muitos pontos a mencionar. Pode não ser possível cobrir todos eles nesta manhã e, por isso, na próxima semana vamos pegar os principais pontos que faltaram.
Kathopanishad é uma conversa entre um
rapaz, com o nome de Nachiketa, e o deus da
morte (hindu), Yamadharmaraja. Se o deus da
morte quiser falar com qualquer um de nós, pedimos a ele para ir embora!
"Até logo!" (Risos) "É muito cedo". Mas esse rapaz era corajoso o
suficiente para falar com ele.
Por que o deus da morte, Yama, escolheu falar
com alguém? Para levar-lhe a vida. Então, Yama
veio até este rapaz Nachiketa para lhe tirar a
vida, ou seja, o rapaz estava perto da morte.
Naquele momento, o rapaz Lhe falou. Isto é muito importante para todos nós.
Não vou entrar na história, já que a mesma e os nomes são estranhos a muitos
dos estrangeiros aqui. Já existe um sentimento de que estou usando muitas
palavras indianas, demasiadas palavras em sânscrito, mas, uma vez que não há
outra maneira, sou obrigado a usá-las, embora possa compreender o nosso
problema.
NACHIKETA queria aprender o conhecimento do Si mesmo
Nachiketa fala com o deus da morte assim: "Oh Senhor, quero que me ensine o conhecimento do Si Mesmo, Atma vidya".
Yama ficou muito surpreendido. Quando o deus da morte chega a qualquer um de nós, o que dizemos? "Eu ainda tenho alguns trabalhos aqui. Alguns problemas terrenos aqui, algumas contas bancárias aqui".
"Ainda não fiz meu testamento. Que escova deve ficar para quem?" Esses são
os nossos problemas. "Por favor, aguarde, ainda tenho que resolver minhas
contas".
Mas este rapaz não disse: "Oh Senhor, espere até que me case!" Ele não disse
isso. Este rapaz Nachiketa disse: "Oh Senhor,
por favor, me ensine o conhecimento do Si Mesmo".
O diálogo do KATHOPANISHAD É muito RELEVANTE PARA OS nossos tempos
Talvez Yama, o deus da morte, nunca tivesse encontrado com um rapaz como esse! Não acho que ele tenha visto um rapaz assim antes. Agora, ele foi surpreendido e ele queria testar o rapaz.
Ele disse: "Oh rapaz, esqueça o conhecimento do Si Mesmo. O que conseguirá
depois de tudo? Vou te dar um monte de dinheiro! O que lhe parece isso"?
"Não quero dinheiro", disse o rapaz.
Yama lhe tenta novamente e ele disse: "Rapaz,
vou fazer-te um rei!"
"Não quero ser rei", disse Nachiketa.
Hoje uma simples promoção na vida, um simples ganho monetário de cerca de
vinte e cinco ou cinqüenta rúpias, é suficiente para alguém mudar de
emprego. Não custa muito para mudar de um emprego ou de lugar. Carece de
valor.
Estes dias, como nós somos mais orientados para o dinheiro e mais consciente
da posição do que nunca, e temos tantos apegos, o diálogo entre
Nachiketa e Yama é
muito relevante. É mais pertinente agora do que nunca, porque agora temos
uma mentalidade mais voltada para o dinheiro do que os nossos idosos. Os
nossos antepassados não foram tão voltados para o dinheiro. É por isso que
eles viveram tanto tempo. Eles viveram vidas mais longas, vigorosas e
saudáveis. Alguns problemas de hoje, como a cirurgia de
ponte de safena, não se ouvia falar de forma alguma. Eles conheciam
só desvios de estradas, não nas cirurgias!
E eram apenas pessoas com mais de sessenta, sessenta e cinco ou setenta anos
de idade que tinham certas queixas, tais como a pressão arterial. Problemas
de açúcar no sangue vieram depois de setenta. A insuficiência cardíaca era
conhecida, mas não os ataques cardíacos. Desconhecia-se o câncer, os
problemas renais, a hipertensão, porque as pessoas viviam em paz. Eles não
tinham tensões. Eles tinham contentamento espiritual em suas vidas, por isso
enfrentavam os desafios da vida corajosamente.
Hoje, se o cilindro de gás se esvazia, nossa pressão arterial dispara! (Risos)
Quando há um corte de energia, a nossa pressão arterial dispara! Quando não
consigo a primeira fila, a minha pressão arterial dispara! Se alguém não me
tratar como uma pessoa muito importante - hipertensão! (Risos) Nos
sentimos perturbados pelas mínimas coisas. Devíamos sentir vergonha por ser
tão provocado e preocupado por todas estas coisas tolas. Este tema é,
portanto, muito relevante hoje em dia.
Portanto, a posição e o dinheiro não atraiam Nachiketa.
Quando Yama ofereceu-lhe todos os tipos de
coisas, Nachiketa disse que ele não estava
interessado. Por último Yama disse: "Que
queres?"
E o rapaz, persistentemente insistindo novamente disse: "Quero saber do Si
Mesmo". Pobre Yama, embora Ele fosse o chefe da
morte, Ele não podia escapar a este rapaz, que continuava repetindo sobre o
conhecimento do Si Mesmo!
Então Yama teve que baixar até o nível do rapaz,
e ensinar-lhe o conhecimento do Si Mesmo. Esse é o contexto do
Kathopanishad, que é o tema desta manhã.
Essa é a introdução ao Kathopanishad.
Tudo o resto é parte da história dele.
a cONDENAÇÃO DE UM e o louvor DE OUTROs é a técnica SEGUIDA NO KATHOPANISHAD
Então chego ao próximo ponto. No Kathopanishad uma técnica é seguida. Que técnica é esta? A condenação de um e o elogio de outro. Se você condenar um, o outro se torna maior por comparação. É uma técnica que Bhagavan Sathya Sai Baba também tem adotado.
Todos os anos em Janeiro, na época do Encontro Desportivo, Ele diz aos
meninos de Brindavan: "Os meninos de Puttaparthi
estão se preparando para o Encontro Desportivo, e eles não estão sequer Me
dizendo sobre as diferentes provas que irão apresentar. Como eles estão
treinando! Como eles estão se preparando! Que maravilhosas provas têm"!
Então, estes companheiros de Brindavan pensam:
"Ah, devemos também nos preparar"!
E então Ele virá aqui a Puttaparthi: "Meninos, vocês estão aqui em
Parthi. Vocês Me vêem todos os dias. Que tipo de
preparação é esta? Oh aqueles meninos de Brindavan!
Eles vão para saltar da colina de Hanuman vocês
sabem! (Risos) Eles vão voar no ar"!
E quando ambos os grupos de amigos estão aqui, Ele dirá: "Vocês conhecem as meninas de Anantapur, elas fazem mil vezes melhor do que vocês. Não tenho estado em Anantapur nos últimos catorze anos. Mas, em nome de Sai, que nível possuem! Vocês Me vêem todos os dias, mas de que serve"?
Esta é a intenção. O elogio de um representa a condenação do outro. A condenação de um representa o elogio do outro.
KATHOPANISHAD elogia o CONHECIMENTO Do si mesmo e condena o CONHECIMENTO
mundano
Pensei que era somente Swami quem fazia isso, mas os Upanishads também o fazem. O Kathopanishad elogia Brahma Vidya o tempo todo, o conhecimento do Si Mesmo, mostrando que o conhecimento mundano é inútil, que o conhecimento secular é inferior. O conhecimento secular é só para o mundo, enquanto o Brahma Vidya, o conhecimento do Si Mesmo, é para a eternidade e a imortalidade.
Então, falando em voz baixa sobre o conhecimento mundano, e elogiando
o Brahma Vidya,
o conhecimento do Si Mesmo, deseja estabelecer claramente que o conhecimento
do Si Mesmo é superior ao conhecimento do mundo. O
Brahma Vidya é seguramente superior à
loka Vidya,
ou conhecimento mundano. Esta é a técnica utilizada no
Kathopanishad.
A PALAVRA dharma tem vários SIGNIFICADOS
Há algumas palavras em Sânscrito com diversos significados, e temos de aplicar o significado correto de acordo com o contexto. Estamos aprendendo juntos este processo. Sou tão novo em Sânscrito como qualquer um aqui. Para sua informação, sou um estudante de botânica - nada a ver com Télugo, Sânscrito, filosofia ou espiritualidade! Nada! É a ciência das plantas. Ensino aos estudantes de graduação e pós-graduação.
Tenho interesse nos ensinamentos Divinos devido a Sua Divina misericórdia. E
por causa de Sua compaixão, comecei a compartilhar com nossos amigos a
Divina mensagem. Isso é o que me trouxe a esse cenário. Isso é tudo. De modo
que somos companheiros de viagem na aprendizagem. Somos peregrinos na mesma
senda. Ninguém é superior a ninguém. Dou ênfase a este ponto toda vez.
Então tomemos a palavra dharma. Essa
palavra dharma tem vários significados.
Recentemente, comprei um dicionário Sânscrito - Inglês.
Se busco a palavra Atma, em Inglês é soletrado
A-t-m-a, então ela é escrita em Sânscrito.
Posteriormente, o significado é dado em Inglês, Inglês para Inglês. É um
dicionário enorme, elaborado especialmente para os Upanishads.
Carrega-lo sobre meus ombros me daria dor
suficiente! E foi feito por Alemães - Alemães! Os indianos não fizeram nada
disso! Eles dizem: "Já está no meu sangue. Também estarão com vocês".
(Risos)
Este maravilhoso dicionário Sânscrito - Inglês feito por alemães, é muito bom. Existe também um dicionário Télugo - Inglês, feito por Brown - um Britânico! Então não vamos dizer: "Não sei Télugo", ou "Não sei sânscrito," porque são estrangeiros que nos proporcionam esses livros para ler! Este livro, que dá interpretações dos Upanishads, é de autoria de Max Müller. Estas não são pessoas comuns!
Há quatro METAS na VIDA
Portanto, meus amigos, o dharma é uma palavra que tem muitos significados. Os dicionários tomam três a quatro páginas. Mas o significado que vamos escolher aqui será «ação». Esse é o adequado significado neste contexto.
Existem quatro objetivos na vida: dharma,
artha, kama e
moksha. Eles são chamados
purusharthas, ou os objetivos ou metas da
vida. O dharma é a ação ou retidão,
artha é dinheiro,
kama é desejo, e moksha
liberação. Em todo o mundo existem apenas esses quatro objetivos; não existe
um quinto, não podemos remover um e dizer que três são adequados. Existem
quatro purusharthas ou objetivos de vida:
dharma, artha,
kama e moksha.
a aÇÃO precisa de dinheiro e é motivada pelo desejo
Agora este Upanishad, Kathopanishad, afirma claramente que o dharma, ação necessita artha, dinheiro. Um exemplo simples: digamos que quero celebrar um yajna. Posso fazer isso? É muito caro - o material e os sacerdotes custam bastante. Eles não vêm simplesmente para fazê-lo gratuitamente! Vou ter que gastar dinheiro. Cada ação envolve dinheiro. Se quero construir uma casa, esta não vai aparecer assim do nada. Você tem que gastar dinheiro. Então, o dharma necessita artha, dinheiro.
E dharma ou ação é impulsionada por kama ou desejo. Você não age a menos que você tenha um desejo. Por exemplo, você tem um desejo de comer uma pizza, assim que você sai e compra uma, e depois a come. A ação de comprar a pizza é por causa do desejo de comer pizza. Fui claro? A pizza é um exemplo comum. Você também pode substituí-lo por sorvete! (Risos) Se dependesse de mim, gostaria de substituí-lo por um café. Portanto meus amigos, desejo conduz à ação. Assim, o dharma, a ação, tem duas implicações: uma, as despesas envolvidas ou artha; e dois, o desejo por trás dele ou kama.
O Kathopanishad nos aconselha a
abandonar o dharma, significando não
tomar nenhuma ação. Ficar quieto. Se você não tem vontade, então não há
ação. Se você não tem dinheiro, então não tem sentido a ação. A menos que
ambos artha e
kama existam, o dharma não faz
sentido. Portanto, o dharma está no
centro. E Kathopanishad diz:
"Pare"!
Desta forma, quando o dharma - ação,
artha - dinheiro, e desejo -
kama são deixados fora da equação, apenas
sobra o quarto objetivo: moksha ou
liberação. E é este moksha ou liberação
ou imortalidade que Nachiketa queria. Ele não
estava interessado em dharma,
artha ou kama,
já que os três estão em conivência e conspiração entre si, e enganam todo
mundo!
Neste contexto, vamos ouvir o que diz Baba sobre ação ou
dharma. Ele diz:
Kanksha
Thoda Nendu
Karmambu Lonarimpa
Se você fizer qualquer ação, devido a algum desejo,
Dakkabodu Phalamu Dharani Yandu.
Você não irá obter a recompensa.
Vocês não vão obter o resultado, porque vocês têm
um motivo por detrás da ação. Você está realizando esta ação a fim de obter
alguns resultados? Caso afirmativo, ela está orientada para os resultados; é
centrada nos motivos. Não, não, não! Deixem os resultados para Deus.
Vocês têm direito a ação. Mas ficamos alguma vez satisfeitos apenas com a
ação? Não. Queremos os resultados primeiro e, em seguida realizamos a ação!
Então Baba disse:
Dakkabodu
Phalamu Dharani
Yandu.
Suponha que algum sujeito diga: "Vou andar em torno de
Ganesha pelo menos cento e oito vezes, com a esperança de que possa
melhorar minha saúde". Este colega completou três voltas, e então pergunta:
"Como está minha saúde?" Cinco voltas mais e, de novo: "Como está minha
saúde?"
É o mesmo com pessoas que querem reduzir o seu peso. Um dia eles se
exercitam e imediatamente ficam sobre a balança para verificar o seu peso.
Um dia de exercício, não irá reduzir o seu peso. Você não ganha esse peso
num dia! Levou anos de acumulação, e pretende reduzi-lo em um dia?
Impossível!
Algumas pessoas não comem. "Deixe-me fazer dieta", dizem. Naquela noite eles
jejuam. Na manhã seguinte, eles dizem: "Deixe-me verificar o meu peso". Têm
armazenado materiais nos últimos sessenta anos e agora querem resultados
instantâneos!
Portanto meus amigos, quando você está tão centrado na meta, quando sua
preocupação imediata é apenas o resultado, nunca vai obtê-lo.
Kaanksha
Vadali Bhakthi
Karmalu Pacharimpa
Phalitha Nosagu
Chandu Parthi
Vibhudu.
Se você sacrifica o resultado, Deus certamente irá proporcionar-lhe bons
resultados.
Renuncie ao desejo, sacrifique o resultado e aja porque lhes foi dado
a liberdade para agir, e não porque sempre querem
obter um resultado. Os resultados estão em Suas mãos.
Vocês comem; se podem digeri-lo ou terão indigestão, está em Suas mãos. Vocês estudam bem, primeiro lugar, segundo lugar, medalha de ouro ou medalha de bronze - Ele decidirá. Então deixe os resultados para Ele. A ação é prejudicial quando está orientada para os resultados. Esse é um ponto que Bhagavan frisa.
Kaaramuna
Galgu Moha
Bandhambu.
Quando ajo assim, fico apegado à ação.
Suponha que sou o responsável pela varanda. De modo que estou apegado à
varanda. Se você é recém-nomeado para ficar a cargo da varanda, me sinto
como se estivesse fora do céu, porque a varanda é o meu céu! (Risos)
Você está apegado a ela. Que pena é isso!
Vi dois senhores idosos numa forte
discussão. Ambos tinham, pelo menos, setenta e cinco anos. Tão jovens, cerca
de setenta e cinco anos de idade! (Risos) Sobre o que discutiam? Um
dos dois sentava diariamente num determinado local, sobre um banco de pedra.
Era um banco de pedra, não uma almofada.
Um deles disse: "Este é o meu lugar".
O outro homem disse: "Por favor, deixe que me sente".
"Não, não. Fora"!
"Senhor, minhas pernas estão doendo".
"Não! Está reservado"!
Realmente ambos me dão pena. Este homem poderia ter ido a outro local, em vez de discutir com o outro. E o outro homem poderia dizer: "Tudo bem, deixe o aqui hoje".
Eles tinham cerca de setenta e cinco anos de idade. Ao observá-los pensei,
esta é uma lição que devo aprender. À medida que avançamos na idade ficamos
piores. Não vamos esperar que fiquemos mais sábios com a idade. Não! É por
isso que não resultamos aceitáveis para as nossas crianças. E como eles não
nos aceitam queremos mandar nos outros. Isso é o
que está acontecendo na Organização.
Então, meus amigos, vamos entender que este tipo de apego é um
mal sintoma da ação ou
karma.
Kaaramuna
Galgu Moha
Bandhambu.
Este apego se deve a demasiada ação.
O apego e a ação caminham juntos.
Mohamadu
Perugu Moorkha
Buddhi.
Devido a este apego, ele se torna um tolo.
Um bobo de primeira categoria! Se me sinto apegado à pedra, o que você pensa
de mim? Milhares de pessoas têm sentado lá. Hoje você diz que esse é o seu
lugar. Isto não é uma tolice? Não pode haver um bobo maior do que eu se acho
que este é o meu lugar. Um lugar não pode ser seu; um lugar não pode
pertencer a você. Posso dizer: "Este é o meu ar?" Então, você vai dizer:
"Este não é o seu lugar! Vá para algum outro lugar, o hospital
psiquiátrico"! (Risos)
Você não pode dizer: "Este é o meu ar, esta é a minha cadeira, esta é a
minha terra, este é o meu lugar". Que estupidez! Portanto, a ação lhes une
ao apego e o apego os torna estúpidos. Matemática simples!
Moorkha
Buddhi Yundu
Muriyunu Karmambu.
Na estupidez, a mente se sente muito feliz.
A mente está feliz na estupidez. Mas a mente deve ser sábia, e não tola. A mente é tola, devido ao apego. O apego provém da ação. De modo que a ação leva ao apego, o apego leva a estupidez e na estupidez a mente se sente muito confortável!
E qual é o resultado disto?
Karma
Phalamu Valana
Kalugu Janma.
Devido a esse renascimento, o problema surge.
O ciclo de nascimento e renascimento é devido a isto. O que é isso? Tolice
da mente. Por que é tolice? Devido ao apego. Por que apego? Devido à ação. É
tão bom! Quem mais poderia explicar isto desta forma?
Por favor, tenho vários livros e comentários sobre os Upanishads, mas ainda as dúvidas se duplicam de tempos em tempo. E preciso também de tempo para dormir! Deixe-me ler na próxima vida. Mas quando busco a ajuda da literatura Sai, sou capaz de compreender a literatura Upanishadica melhor que o original! Sim!
Então aqui estão os pontos sobre a ação: o primeiro ponto é que é orientada
para o resultado. O segundo ponto é que é a causa do nascimento e
renascimento. Estes são os dois pontos que podem ser feitos sobre a ação.
Por isso, é inútil.
Por outro lado, o conhecimento do Si Mesmo é importante. Então, primeiro,
Yama condena a ação e, em seguida, ele elogia o
conhecimento do Si Mesmo. É uma técnica, como dissera no início.
Que tipo de conhecimento é o conhecimento do Si Mesmo? Como é que ele o
elogia?
Athma Tatwa Meruga Ananda Mabbunu.
Ume vez que vocês tenham o conhecimento do Si Mesmo, estarão cheios de
felicidade.
.
Esta felicidade só é possível através do conhecimento do Si Mesmo, e não através de nenhum outro meio.
Tatwameru
Gakunna Thaapa
Mantu.
Se você não tem conhecimento do Si Mesmo, se sentirão inquietos, agitados,
perturbados.
Algumas pessoas não podem falar sobre um único tema. Eles não podem se
sentar quietos num lugar. Eles são muito perturbados. E quando observamos o
rosto das pessoas enquanto elas estão lhes falando, se darão conta de que
sua mente está noutro lugar.
Então, meus amigos, sem o conhecimento do Si Mesmo, o resultado é confusão, perturbação, e a doença mental; no entanto o conhecimento do Si Mesmo confere êxtase. Portanto, este Upanishad diz.
Brahma Eriginantha Brahmama
Agunaya.
O conhecimento do Si Mesmo lhes fará sentir o centro de sua vida, o próprio
ser.
Significa que você é Divino, porque o conhecimento Divino lhes dará a experiência da Divindade. A percepção consciente do Divino fará você se sentir Divino.
Uma vez uma questão foi colocada a Swami: "Swami, o Senhor diz que nós somos
Deus. Não penso assim".
Baba respondeu: "Então, pense que você é um búfalo"! Então, pense que você é um búfalo!
Brahmavidh
Brahmaiva Bhavati.
Como você pensa, assim você se torna.
Se pensarem em Brahman, você vai se tornar
Brahman. Portanto, o ponto aqui é:
Brahma Eriginantha.
Uma vez que conhecem Brahma, Brahmama
Agunaya, vocês tornam-se Brahma, Deus. Isso
é tudo.
Sathyamyna
Baata Ee Sai
Maata.
Esta é a palavra da Verdade de Sai.
Quando chegarem a entendê-Lo, serão Ele:
Tat
Twam Asi.
Tu és Aquele.
Isso é o ensinamento deste Kathopanishad.
Em seguida surge uma pergunta: se esse conhecimento do Si Mesmo é tão
grande, por que é que não o tenho? Por que todos não o adquirimos? Por que é
que todos não estão buscando? Sabem - todos estão interessados no mercado de
ações e no shopping center!
Alguém chega e me pergunta: "Senhor, por quanto tempo o centro comercial
está aberto?" (Risos)
Respondo-lhe: "Senhor, você pode perder o centro comercial. Então é melhor
você ir lá agora, e vir para a palestra mais tarde se possível. Ou vá para o
centro comercial amanhã".
É muito interessante e também muito irritante. Achamos devotos caminhando
lentamente para o Mandir, mas correm para o
centro comercial! (Risos)
Portanto Prashanti Nilayam
é mais orientada ao shopping que centrada em Swami! (Risos)
Vejam, ninguém nos pode ajudar. Não há maior
piada do que cada indivíduo para si mesmo. Todo mundo é uma grande
brincadeira para si mesmo. Correr para o centro comercial e caminhar para o
Mandir!
Por que todos nós não temos amor por este conhecimento do Si Mesmo? Por que
é que não estamos todos interessados? Baba dá a dica aqui:
Chitha
Suddhi Leni
Kshudra Maanavunaku
Athma Tatwa
Metlu Abbu
Nokku?
Como esperam que um colega com impureza adquira o conhecimento do Si Mesmo?
Como esperam que um sujeito vil (kshudra),
ou uma pessoa sem pureza ou chittha
suddhi, tenha conhecimento do Si Mesmo?
Indivíduos assim sabem tudo sobre o egoísmo. Eles sabem tudo sobre o ser
egoísta, mas nada sobre o Si Mesmo - porque ele acrescentou a palavra "fish"
(N.T. em inglês a palavra “fish”
significa “peixe”) ao Si Mesmo! O peixe está sempre podre. Si Mesmo (Self)
mais “fish” é igual a “selfish”
(egoísta)! Não podem esperar que sintam algum amor pelo conhecimento do Si
Mesmo.
Primeiro, retire o peixe (“fish”); então você
pode compreender o que é o Si Mesmo! E o que é esse peixe (“fish”)
aqui? Impureza! Quando essa impureza é retirada, pode haver pureza. Então
você pode ter conhecimento do Si Mesmo.
Então, Swami, o que devo fazer? Aqui Ele nos diz claramente:
Athma
Tatwa Mabbu
Athishuddha Hrudayuke
Unnamaata Theulupu
Chunnamaata.
A partir da pureza, alcança-se a Divindade.
Atishuddha hrudayu significa “aquele cujo coração é cem por cento puro”. A divindade é o conhecimento do Si Mesmo. A pureza é chittha suddhi. Portanto, podemos alcançar a Divindade ou conhecimento do Si Mesmo apenas quando tivermos pureza ou chittha suddhi.
Portanto, meus amigos, o primeiro ponto é que Kathopanishad é uma conversa entre um rapaz chamado Nachiketa e o deus (hindu) da morte, Yamadharmaraja. O segundo ponto é que a técnica adotada no Kathopanishad é que Brahma Vidya ou conhecimento do Si Mesmo é elogiado, enquanto o conhecimento do mundo é menosprezado ou condenado.
O terceiro ponto que escolhi para expor foi que o
dharma ou a ação deverá ser condenado, porque requer
artha, dinheiro, e é favorecido por
kama, desejo. Isso é o que
Kathopanishad diz. O dinheiro e o
desejo estão sempre com a ação; portanto se deve ter cuidado com ela.
Vincule isso com o poema de Swami que nos diz que, uma vez que não podemos
evitar a ação, a nossa ação não deve ser orientada para os resultados.
Devemos deixar os resultados para Deus.
Bhagavan tem mencionado que a ação leva ao apego, o que leva você a
estupidez. Esta estupidez é responsável pelo renascimento. Bhagavan também
continuou a dizer que o conhecimento do Si Mesmo lhes confere felicidade que
não se consegue com nada mais. Finalmente Ele disse que não se pode ter
conhecimento do Si Mesmo a menos que haja pureza no seu coração.
Esta é a parte do Kathopanishad que
tivemos oportunidade de discutir esta manhã. Iremos discutir o resto na
próxima semana. Obrigado por estar aqui. Obrigado pela vossa atenção e
obrigado pelo seu tempo. Que Deus o abençoe! Sai
Ram!
OM…OM…OM…
Asato Maa Sad Gamaya
Tamaso Maa Jyotir Gamaya
Mrtyormaa Amrtam Gamaya
Om Samastha Loka Sukhino Bhavantu
Samastha Loka Sukhino Bhavantu
Samastha Loka Sukhino Bhavantu
Om Shanti Shanti Shanti