16 de julho de 2006
“Como Você Pensa, Assim Você Se Torna”
Parte II
OM…OM…OM…
Sai Ram
Com Pranams aos Pés de Lótus de Bhagavan,
Na última semana, começamos a discutir o tópico intitulado, “como você pensa, assim você se torna.” Tenho esperança de que possamos terminar o tópico esta manhã. Estava chamando sua atenção para algumas partes dos discursos de Bhagavan que se relacionam com este tópico. Primeiramente, expliquei muitas das comparações que Baba menciona em seus discursos Divinos onde extrai paralelos entre a mente humana e um escorpião, com um macaco e assim por diante. Também chamo a sua atenção para o que Baba disse sobre a mente e a maneira que ela funciona. Depois disso, os fiz notar também como funciona e se manifesta a mente vida após vida. Agora, deixe-nos ir ao aspecto seguinte, que está numa outra dimensão do mesmo tópico.
NOSSA EXPERIÊNCIA Do cÉu ou DO INFERNO É BASEADA EM NOSSA MENTE
Não consideremos a mente de uma maneira simples. Não a estigmatizemos como ridícula; não condenemos a mente como tal. A mente, quando positiva, lhe levará até o céu ou ao paraíso mesmo. E a mesma mente, quando é negativa, não é mais do que um inferno. Assim, não podemos condenar a mente como tal, porque a mente é também um dom de Deus. Dessa forma, a negatividade sobre a mente não é espiritualidade. A positividade total através da mente o levará a ilusão. Devemos ter um tipo de equilíbrio de idéias entre estes dois extremos. Uma total indulgência, total envolvimento da mente, não é nada mais do que apego ou bandha. A total anulação da mente não é nada mais do que um estado de sono profundo. Assim não estou me referindo a nenhum destes dois estados – quero dizer transcender a mente. Não é nem anulação nem indulgência; é transcendência. Além da mente, além do estado da mente, é o que chamamos moksha, ou liberação, ou o reino dos céus, ou nirvana.
ATMA OPERA EM TRÊS NÍVEIS PARA MANIFESTAR a CONSCIência
Gostaria de chamar sua atenção para alguns outros pontos que Bhagavan mencionou nesta consideração, os quais nos tornará absolutamente reverencial com a mente. Ele disse que Atma ou consciência têm três aspectos brilhantes, três aspectos principais, com que se manifesta, se reflete e funciona. O Atma ou a consciência pura como é sem atributo, sem mancha, imaculada, nectarina, e imortal; mas o Atma, enquanto consciência funcional, opera-se em três diferentes níveis.
Primeiramente, age no nível da mente. Conseqüentemente, a mente não é outra coisa que a capacidade, ou a habilidade, ou a manifestação, ou expressão da consciência. Sem consciência, a mente deixa de ser funcional. Esta consciência é o princípio preliminar, primordial, original que faz todos operarem, que faz cada instrumento do corpo humano funcional. O olho não pode ver sem esse poder Átmico; o ouvido não pode ouvir sem esse poder da consciência; a pele perde seu sentido do tato na falta dessa consciência. Em outras palavras, a consciência é a fonte de energia ou a eletricidade subjacente atrás de todos estes sentidos. Acho que estou claro. Assim, a mente é o produto da consciência; e por isso não podemos condenar a mente e nos tornar negativos.
O segundo nível de operação do Atma ou da consciência é o intelecto. A mente é manas; e o intelecto é buddhi em sânscrito. Dispensamos um tempo considerável no que é o intelecto: aquele que tem prudência, aquele que decide, aquele que julga, aquele que discrimina, aquele que diferencia é o intelecto. Assim, intelecto – buddhi - é funcional, por causa do poder Atmico, ou da consciência.
O terceiro nível é a vontade, ou sankalpa. “Farei isso. Conseguirei. Realizarei. Alcançarei.” A determinação, o sankalpa, que, é também um produto da consciência. É a vontade Divina que acontece. E a vontade Divina, que é universal, opera no nível do indivíduo - que chamamos a vontade. Aquele desejo, que não é nada mais do que a vontade Divina, a lei Divina que é universal e cósmica, existe no nível individual, o que chamam força de vontade.
COMO É O PENSAMENTO, ASSIM é A AÇÃO
Conseqüentemente, de acordo com Swami, a consciência se expressa em três dimensões: manas – a mente; buddhi – o intelecto; sankalpa - a vontade, ou a força de vontade. Quando a consciência se expressa através da mente ou manas, que acontece? Começa a enviar tantos pensamentos, gerando-os e que conduzem a muitas ações. A natureza da ação é baseada no pensamento atrás dela a qual a impulsiona. Conseqüentemente, a mente gera pensamentos, e os pensamentos conduzem às ações.
Naturalmente, todos nós temos ouvido falar nas ações impensadas que são insensatas e políticas. A maioria das ações políticas são impensadas porque os políticos são indivíduo sem cérebros. Isso vocês sabem. (Risos) Havia alguma conferência organizada pelo departamento de Biociência aqui na universidade chamada “Cérebro, Mente e Consciência.” E eu lhes disse: “você pode falar para aqueles companheiros que têm um cérebro; mas se não tiverem nenhum cérebro, qual seria a opção?” (Risos)
Assim, é a mente que gera pensamentos, e estes os levam à ação. E então, no nível do intelecto, o que acontece? Há a possibilidade de desinteresse ou a possibilidade de interesse pessoal. A fim de ir além da abnegação, para ir além do interesse pessoal, o intelecto é responsável. Se o intelecto não se expressar, se o intelecto não se manifestar, se o intelecto, que é um produto da consciência, não for funcional, o homem se manifestará totalmente de forma egoísta e egocêntrica. Se for altruísta, se não for ego-centrado, significa que seu intelecto é muito poderoso, muito desperto e muito espirituoso. Por quê? Porque o intelecto é também uma manifestação da consciência.
SANKALPAS SÃO caracterÍsticas trazIDAS DAS VIDAS Passadas
Qual é a finalidade do sankalpa? Nós temos que entender claramente. Não existe nenhuma tradução cem por cento correta ou exata da palavra sankalpa. Dizer que é “vontade” não é mais do que uma desculpa ou uma apologia. A língua inglesa é inadequada para informar o sentido exato da palavra sankalpa. Desculpe por isso. Há determinadas palavras em sânscrito, que quando as traduzimos, as reduzimos a um quarto de sua amplitude, um décimo de sua profundidade; às vezes, o significado é exatamente o contrário, o oposto. Essa é a razão porque me corrigem. Sempre que Swami fala e começo a traduzir, sou corrigido todas as vezes. Porque as palavras que usamos não comunicam plenamente o que Ele realmente quer dizer. A língua inglesa é bastante inadequada. Por exemplo: chaitanya. Como você diz isso? Percepção; consciência; percepção consciente. Em um contexto, é consciência. Em um outro contexto, é percepção consciente, e em alguma outra ocasião, é consciência. Qual é verdadeiro? Todos os três estão corretos. Qual você usa? Porém, quando usa uma acepção, as duas restantes estão corretas! (Risos) Assim é o idioma Sânscrito.
Sankalpa, meus amigos - a determinação, as certas características ou traços de que estava falando na semana passada, podem também ser chamadas vasanas. Vasanas ou samskaras; sankalpa, ou deixe-me dizer samskara. Samskaras, vasanas - que são elas? Samskaras ou vasanas são as características trazidas da vida passada, do mesmo modo que somos herdeiros da propriedade paterna. Do mesmo modo que, nos livros de contabilidade, a última entrada é trazida para a parte superior da página seguinte, os samskaras da vida passada são trazidos para esta vida e são mantidos no alto, e são responsáveis por todo o bem e mal que aparecem como faíscas em nossa vida.
SANKALPAS EXPLICAM NOSSO COMPORTAMENTO INESPERADO
Às vezes, um homem altamente educado comporta-se de uma maneira vulgar – de uma maneira inesperada por parte dele. Uma pessoa que tem levado uma vida decente, que ocupa uma posição muito elevada, comporta-se de uma maneira deselegante – como não se esperava dela. Por quê? Samskaras. Uma pessoa que não tenha nenhuma possibilidade de ser sábia, que não tem nenhuma possibilidade de ser um intelectual, que é impossível que seja um erudito, que não sabe ler nem escrever, de repente aparece fazendo declarações cheias da verdade. Alguns analfabetos fazem declarações cheias da verdade. Há alguns aldeões, que enquanto falam, temos que aceitar que são mais sábios do que todos nós juntos. Como você anteciparia tais indicações inesperadas de pessoas rurais, rústicas, não sofisticadas, incivilizadas, tão longe das multidões enlouquecidas da sofisticação, da indústria, da eletrificação e da computadorização? (Risos) Como você o explicaria? Por causa dos janma samskaras, o latente, o imanente, o oculto.
Todos os homens de negócios mantêm duas contas: uma para o propósito do imposto de renda e a segunda para seu uso pessoal. (Risos) A segunda conta eles não mostram a qualquer um. A primeira conta nunca é verdadeira. Conseqüentemente, podemos dizer que toda a civilização, todas estas maneiras, as culturas, a instrução são “um número de conta” a qual não é necessariamente verdadeira. Mas, às vezes, mostramos nosso verdadeiro caráter com uma declaração muito imprópria para nossa personalidade e situação social. Nós nutrimos determinados pensamentos dos quais nos envergonhamos. Fazemos determinadas coisas das quais não nos orgulhamos. Por quê? Devido a vidas passadas. Às vezes, me envergonho de meus próprios pensamentos. Por quê? Sim – a conta precedente trazida à luz. Esta consciência se manifesta porque é o Divino contador. No nível humano, posso controlar todos os contadores. Também posso subornar todos os contadores do Escritório Geral de Contabilidade. Mas o Contador Divino não pode ser controlado. Porque você não o vê. Você não se encontra com Ele para suborná-Lo. Ele está dentro de você, assim você não pode suborná-Lo fora de você; Ele está dentro de você. O Contador Divino é chamado assim chitragupta. Chitra - peculiar, estranho, misterioso, incompreensível, desconhecido, engraçado. Gupta - confidencial, altamente-secreto. E há arquivos confidenciais mantidos pelo Contador Divino a quem chamamos chitragupta. Ele faz aparecer as contas das vidas precedentes, mantidas perfeitamente. Isso é o que chamamos vasanas, ou samskaras. Eles são também uma expressão da consciência.
OS SERES HUMANOS eStÃO capacitados a MUDAR SEUs SAMSKARAS
Estes samskaras estão conosco. Nosso dever é estar livre de todas as doenças, de todos os males, os janmandra samskaras. Não posso dizer a um juiz: “Senhor, matei fulano devido ao janma samskara. De modo que, como poderia ser castigado agora por minhas vidas passadas? Desculpe. Mas fiz isso movido por impulsos de vidas passadas. Como posso ser punido agora?” Isso pareceria ser lógico. Mas isso não se resolverá a longo prazo. Nossa questão é mudar os samskaras que são maus, e desenvolver os samskaras que são bons. Um exemplo simples: Prahlada teve samskaras bons. Conseqüentemente, desenvolveu aqueles samskaras de modo que se tornasse totalmente espiritual e Divino. O ser humano é presenteado com uma possibilidade de mudar seus samskaras. Não posso dizer: “Este evento é o resultado de meus samskaras,” e ficar refletindo sobre ele. Certamente não. Mencionarei alguns exemplos aqui.
mudanDO A MENTE DE TAMÁSICa PARA SÁTVICa-- VALMIKI
O primeiro exemplo é Valmiki, santo que compôs o épico Ramayana. Um santo é naturalmente sátvico ou piedoso; calmo, sereno, desinteressado, sacrificado, incansável - estas são as qualidades piedosas. Mas o mesmo companheiro havia sido anteriormente um goonda de primeira, um ladrão de primeira e um anti-social. Todos os temas que encontramos nos jornais modernos não se assemelham a ele, porque ele acreditava no matar primeiro e negociar depois. (Risos) “Acabe com ele” – isso era tudo. E o nome anterior deste companheiro era Ratnakara. Ratnakara, o goonda, ladrão número 1, estava cheio de qualidades tamásicas – horríveis. “Bestial” é uma palavra simples; “demoníaco” é insuficiente. Como podemos melhor descrevê-lo? Era imbatível em suas más qualidades porque ele matava pessoas sem nenhuma razão.
Este é o tipo de pessoa que foi responsável pela bomba que explodiu em Bombaim que vocês leram nos jornais. As pessoas foram a seus escritórios e quando estavam retornando no trem, houve uma explosão de uma bomba e muitos perderam suas vidas. Os membros de suas famílias devem ter esperado ansiosamente o retorno de seus membros. Bem, tiveram que receber seus cadáveres, e alguns corpos não foram nem mesmo identificados. Todos os perpetradores pertencem a este mesmo tipo de acampamento de Ratnakara -- bestial, demoníaco, desumano e perverso.
Assim, um homem tão tamásico, em vez de chorar, de lamentar-se, em vez de arrepender-se, de deplorá-lo, ou de se sentir impotente, poderia melhorar sua qualidade. Um homem tamásico, demoníaco, perverso poderia transformar-se num santo. Esse é o poder do qual o homem está dotado. Vocês são dotados com a qualidade do poder de transformar seus próprios samskaras, seus próprios vasanas, em vez de simplesmente dizer: “Sou impotente; não posso fazê-lo!”
O ASSASSINO E O JUIZ
Acabo de lembrar uma piada: Parece que um culpado foi trazido de volta à corte. O culpado estava em pé lá e o juiz o questionou: “Você, companheiro, é você quem matou fulano?”
O assassino respondeu, “Sim, senhor. “
O juiz questionou: “Você sabe que está indo para a forca?”
O assassino respondeu: “Sim, senhor.” E o assassino disse: “Meu senhor, tenho uma coisa a dizer.”
O juiz disse: “Sim, prossiga.”
“Quem é o assassino? Quem é o assassino? (Risos) O assassino é Deus e o assassinado é Deus. Quem é o assassino e quem é o assassinado? Por que você me pune, meu senhor?” O assassino perguntou.
O juiz era suficientemente inteligente. Assim respondeu: “Quem está punindo e quem é o punido? (Risos) Aquele que castiga e o que é castigado são igualmente Divinos. Por isso, vá para a prisão!” (Risos)
só o HOMEM possui o doM da auto-TRANSFORMAção
Conseqüentemente, meus amigos, esta tentativa de mudar, de refinar-se, por cultivar-se, para transformar, é o presente dado ao homem. Baba vai mais além e dá um exemplo: Você não pode pedir que um leão vá à cantina do Sul da Índia e tenha dois idlis e um tina de sambar. (Risos) Impossível! Um leão nunca ficará feliz com dois idlis e um sambar; um tigre não pode ficar feliz com os doces da cantina do Norte da Índia. Os leões e os tigres querem carne humana. Acabou! Não posso orar a um leão para ser um vegetariano. (Risos) Não posso pedir a um tigre que seja um herbívoro. Impossível!
Mas o homem pode ser vegetariano, não-vegetariano ou ambos - omnívoro: carnívoro e herbívoro. Pode ser ambos. Pode mudar seus hábitos. Você pode acreditar em mim ou não, mas uma das contribuições de Sathya Sai Baba à comunidade do mundo de hoje é esta: Muitos adotaram o vegetarianismo após ter vindo aos Pés de Lótus de Swami. Muitos países que eram totalmente não-vegetarianos já têm alguns restaurantes vegetarianos hoje em dia, porque tem aumentado o número de pessoas vegetarianas. A maioria deles foi influenciado por Bhagavan Sri Sathya Sai. Baba. Conseqüentemente, o terceiro aspecto de sankalpa é a capacidade de mudar-se, de nos transformar.
Podemos também pensar em um outro exemplo: Vishwamithra. Vishwamithra era um santo; mas previamente foi também um rei, um homem cheio de ambição, cheio de paixão, cheio de possessividade, cheio de apego, cheio de ego e de espírito de dominação; um homem que desejava estabelecer um império, que acreditava somente em matar e derramar sangue.
Mas este rei Vishwamithra transformou-se mais tarde num santo. O espírito do ego, de dominação, de supremacia de reinar - estas são qualidades rajásicas. Essa qualidade rajásica tornou-se uma qualidade sátvica no curso devido do tempo, e ele tornou-se um santo. Quem é este Vishwamithra? Ele é esse quem presenteou o Gayathri mantra ao mundo inteiro. O Gayathri mantra que nós cantamos hoje foi dado por Vishwamithra, o santo. Sim. Ele mesmo ensinou este Gayathri mantra a Sri Ramachandra, e nós o repetimos ainda hoje. Qual foi sua história anterior? Supremacia e dominação superiores; isto é, todos deviam estar sob sua vontade. Tal homem transformou-se mais tarde num homem sátvico. De modo que você está tendo esta capacidade, uma chance, um espaço, uma margem para transformar seus samskaras ou vasanas.
IR ALÉM DaS TRÊS GUNAS: SUTHA-SATWIC
Deixe-nos ir ao terceiro exemplo. Havia um rei em Mahava, em Bhagavatha. Este era Jatavaratha. Para começar, era rajásico, cheio de emoções. Mas, logo se tornou sátvico, piedoso, calmo, e então acima de tudo – livre de atributos. Poderia ir além dos trigunas de sathwa, rajas e thamas.
As três gunas mantêm alguém no cativeiro; é somente uma diferença na qualidade. Baba disse: “O tamásico é uma corrente de ferro; o rajásico é uma corrente de prata; e o sátvico é uma corrente do ouro. Mas uma corrente é uma corrente. A mudança está somente no metal. Conseqüentemente, o sátvicoc torna-se sutha-sathwic, ou além dos três atributos.” Isso é o que Baba tem a dizer sobre esse assunto. Deveras interessante!
MATAr a mente – IMPOSSÍvel
Usamos freqüentemente uma palavra, “manonasana”. Que quer dizer com ela? Manonasana significa a “aniquilação da mente.” As pessoas dizem que você tem que matar sua mente. Não sei o que significa. matar sua mente? Quem deve matar a mente? Onde está a mente? Onde está você? Conseqüentemente, Baba diz “manonasana”.
RETIRAr a Mente – POSSÍvel
A aniquilação da mente ou a matança da mente é uma expressão sem sentido. É um jogo de palavras sem sentido. Mas o que você pode fazer é retirar a mente, para não aniquilar a mente. Oh! Eu sei. O que é retirar a mente? Quem deve se retirar? Como se retirar?
Não tenho que explicar. Como um professor, sei que muitos estudantes retiram sua mente quando o professor entra na sala de aula, e entram em samadhi - um sono profundo. (Risos) Os estudantes são os melhores exemplos porque retiram constantemente suas mentes. Portanto temos que ensiná-los repetidas vezes. E sua retirada da mente é assim total que entram no sono profundo, samadhi. Temos os maiores rishis – santos - na sala de aula hoje em dia, e temos muitos santos e rishis também no Salão Sai Kulwant! (Risos) Porque, quando Swami fala, alguns podem entrar de imediato em samadhi. Dormem. Quando Swami fala, como dormem? Isso é sadhana – prática espiritual. (Risos) Eles são dotados. De modo que todos sabem o que é a retirada. Muito bem!
Voltando ao nosso estágio, um exemplo simples: eu me elogio permanentemente, fanfarroneio – fanfarroneio significa auto-elogio. Se continuo ostentando e impulsionando a mim mesmo, vocês estarão assentindo com a cabeça. Mas se eu lhe perguntar o que eu disse, você dirá: “sim, eu acompanhei.” Mas você não está realmente interessado. Não queremos ouvir qualquer um elogiar a si próprio (ego). Que seja o mais importante do mundo. Esse que se deixa levar pelo auto-elogio é o mais sujo dos homens. Melhor é estar alerta com este tipo. O auto-elogio é um pecado tão grande quanto a condenação do outro.
Quando você se senta no Salão Kulwant para o darshan, alguém lhe dirá: “Em 1974, o que aconteceu, você sabe?” 1974 está fora do contexto. Primeiramente, qualquer coisa que tenha acontecido, ocorreu com você, assim por que eu devo saber? (Risos) Irrelevante! Ambos têm vindo aqui hoje para o darshan de Swami, assim porque você fala de coisas que estão fora de questão? Que maneiras! Oh, eu sei. “O que disse?” “Eu não recordo.” Pela retirada da mente, sabemos que significa se tornar indiferente, fazer ouvidos surdos. Se você quiser, às 2:30h, nossos estudantes virão e você pode lhes perguntar como retirar a mente! (Risos)
Em nosso escritório, nós também fazemos isso. Retiramos nossa mente quando o chefe nos diz algo. Conseqüentemente não fazemos o que ele espera de nós. “Senhor, esqueci-me.” Ele se recorda “Chod dho. Deixe-o.” Menos mal que não é rigoroso. Assim a retirada da mente é possível; mas a aniquilação da mente é absurda porque a aniquilação ou a matança da mente são impossíveis. Na teoria cinética da energia, a energia não pode nem ser criada nem destruída. Somente uma forma de energia pode ser transformada em outra. Similarmente, a mente, suas expressões, sua manifestação, e sua potencialidade, pode ser variada, mas não pode ser aniquilada. Assim, recorde que Baba tem dito que o manonasana não é possível, porém a retirada da mente é possível.
a fusão DA MENTE
A coisa maior é manolaya, significando fusão da mente. Assim, nós temos três estados da mente:
1. Manonasana: matança total, que é impossível, que é insensato.
2. Retirada da mente, que é uma ocorrência comum.
3. Manolaya: fusão da mente.
Um exemplo simples: Um rio tem um nome, uma forma e um gosto. Eventualmente, o rio corre e se funde no oceano. Então onde está o rio? O rio já não existe. O rio é somente um rio até que se funda no oceano. Até então, tem um nome e uma forma. Após fundir-se no oceano, perde seu nome e forma. Isso é o que você chama manolaya - fusão. É possível. Como é possível?
Quando Swami começa a cantar, onde está sua mente? Quando Swami está na sua frente, onde está sua mente? Quando Swami lhe dá uma entrevista, o que acontece a sua mente? Por que você se esqueceu de lhe dizer sobre seu problema de dor na junta? (Risos) Por que você se esqueceu de dar a Swami a carta de sua esposa? Por que você se esqueceu de rezar por um visto? Por que você se esqueceu de dizer a Swami que você ainda tem uma filha para se casar? Por quê? A mente está desligada. Uma vez que Swami está lá na sua frente, Swami é o oceano e você é o rio. Você é o rio até que Swami dê o darshan. Eu sou fulano, M.Sc., Ph.D., aquele e este. Perfeito, muito bom. E uma vez que esse você desaparece, Ele permanece. Porque, Ele é o oceano e você é o rio.
Assim “você”, o rio, se funde “Nele”, o oceano - então isso é o que chamamos manolaya, a fusão que é completamente possível. Ao cantar os bhajans, às vezes se perdem. Alguns dos bhajans que você mais gosta, ou alguns significados dos bhajans podem se aplicar a sua situação nesse momento (um momento quando você necessita realmente de Sua ajuda, quando necessita Seu apoio de imediato por razões médicas ou finalidades profissionais, ou para um negócio em que precise Sua intervenção) - um bhajan particular pode atrair-lhe especialmente. Fará vocês se esquecerem de tudo, e se perdem. Algumas vezes a pessoa se põe a chorar no recinto. Elas não estão loucas. Você está louco em pensar que são loucos! Roguemos por estar loucos como eles.
Suponha um bhajan… (Anil Kumar começa a cantar:)
Devaki Thanaya Dayaa Nidhe
Dayaa Nidhe Kripa Nidhe
Dayaa Nidhe: Você é o oceano de daya ou compaixão. Kripa nidhe: Você é o oceano de misericórdia. Este significado se aplicará. Este significado é compreendido quando o queremos nesse momento, quando o necessitamos nesse momento, naquela hora da necessidade. Da mesma maneira, “você” não está mais; você está perdido naquele bhajan.
Quando você está de ânimo alegre, ou agradecido… (Anil Kumar canta)
Gopika Mala Hari Pyari Maayi Meri Mana Vihari
Madhana Mohana Murali Ghana Krishna Jai
Quando esse canto está no mesmo comprimento de onda que seu estado psicológico, quando essa canção está corretamente sintonizada com seu processo mental, então estarão perdidos; “vocês” já não existirão. Você se torna um com a canção, você é um com o bhajan; você é um com a forma e o nome de Bhagavan Sri Sathya Sai Baba. Você já não está mais lá. Este é o que nós chamamos manolaya, como explicado por Bhagavan.
QUATRO ESTADOS DE MENTE: PRIMEIRAMENTE, SUPER-MENTE OU DUALIDADE
Swami falou também da “super-mente”. Freqüentemente esta palavra “super” é muito mal empregada e mal entendida. O que é super-mente? De fato, antes de Bhagavan, havia Sri Aurobindo, o grande Aurobindo, que falou de diferentes níveis de mente.
Esta super-mente, como Swami explica, é a mente dual. A mente dual é o estado de mente onde a identificação com o corpo é relativamente mais elevada. Este estado é o estado dual, o estado que é chamado “a super-mente”.
SEGUNDO, a MENTE superior OU mente pensante
O segundo estado, como Swami o chama, é a mente superior. O que é esta mente superior? A mente superior está além da consciência do corpo. Está acima do nível físico. Se estiver no nível físico, é super-mente. Se estiver acima do nível corporal, se estiver acima do plano físico, será a mente superior ou o que você chama de “a consciência pensante”.
A consciência pensante eleva alguém acima do nível animal. O nível animal é o nível físico; o nível humano é um nível mais elevado. Os animais atuam de acordo com o corpo. Mas no ser humano, alguém atua pelo pensamento, que está acima do plano físico. Esta consciência pensante é o que nós chamamos a mente superior.
TERCEIRO, MENTE ILUMINADA OU CONSCIÊNCIA DIVINa
O terceiro nível é a mente iluminada. A mente iluminada é quando se compreende que tudo funciona por causa de uma corrente subjacente da consciência Divina. Não se pensa que é o olho que vê. Um homem cego pode ter a vista melhor do que você e o eu. O homem cego tem os olhos, mas não pode ver. Uma pessoa surda tem as orelhas que podem ser muito atrativas, mas não pode ouvir. Assim o olho do olho, a orelha da orelha, ou do poder da visão atrás da vista - que alerta, o que causa a visão é a consciência Divina.
Sekat Shekshu Sektshu
Shrotrakshu Shrotherehu
Nethraksa Nethrahu.
A força atrás de um objeto que funciona, a energia ou consciência Divina, é algo como a eletricidade ali no ventilador ou no bulbo da lâmpada ou no microfone. Isso é o que chamamos realização numa mente iluminada. A mente iluminada pensará na eletricidade (o poder Divino) e não no bulbo (o nome e o forma). A mente iluminada não pensará no microfone, mas na eletricidade. A força, o poder atrás de tudo - o poder atrás de minha visão, o poder atrás de minha conversa, o poder atrás de minha audição, o poder atrás do meu sentido de olfato, o poder atrás de meu sentido de tato -- esse poder é o poder Divino, que chamamos mente iluminada.
QUARTO, supra-Mente OU a TOTALIdade da DIVINdade
O quarto estado de mente é a supra-mente. O que é a supra-mente? Não é senão a totalidade da Divindade – o totalmente Divino. Um exemplo simples: o ar dentro de mim, o que inalo e exalo é quase o mesmo que me rodeia. O ar em torno de mim é tão vasto e ilimitado. Essa é a supra-mente. O ar dentro de mim que sustenta minha vida, que mantém minha vida, é a mente iluminada. Isso que é universal está dentro de mim também. Estou claro?
Assim, a supra-mente é vida neste corpo; uma mente mais elevada é vida além do corpo. A mente iluminada é a consciência da Divindade atrás de todos os sentidos; enquanto a supra-mente é a experiência da Divindade em sua totalidade. Estes são os pensamentos de Bhagavan, que explicou isto em muitas ocasiões.
Swami disse: “Você não pode matar a mente.” Muito bem, não estou pronto para matá-la porque não sei o que matar porque não sei onde a mente está. Assim deixe-me esquecer disso. Segundo, Swami disse: “É possível retirar a mente.” Tenho estado praticando-o e tenho tido muito êxito. E em terceiro lugar, Swami disse: “Tente fundir a mente, manolaya.” Sim, experimento às vezes, durante os bhajans, durante a meditação, durante as horas de contemplação, durante algum estado pensativo, reflexivo ou meditativo – sim, experimento essa fusão ou estado de manolaya.
alguÉm NÃO PODE REALIZAr a si mesmo SE TIVER DESEJOS
Swami perguntou agora: ”Por que tudo isto? Por que você deve faz isso?”
Onde os levará a fusão? Estas são as etapas. Enquanto estiver presente a mente na sua forma sólida-- uma rocha sólida de pedra muito dura -- enquanto estiver lá, você nunca pode estar livre do desejo. Repita, enquanto a mente estiver sólida, nunca poderá estar livre do desejo.
Se alguém disser: “Tenho um desejo, mas fui além da mente”, podemos dizer-lhe:”Você não tem uma mente sadia, nem pode ser satisfeito seu desejo.”
O desejo vem da mente somente. Enquanto a mente for assim forte e poderosa, você nunca poderá sair deste âmbito do desejo. “Muito bem, senhor.Tenho meu próprio desejo, por que você se incomoda? Meu desejo não o prejudicará. Tenho meus desejos. Tento satisfazê-los. Tento cumpri-los. Por que não devo estar cheio de desejos?” (Não somente desejos, mas cheio de desejos!) Por que não?
Enquanto você estiver cheio de desejos, você nunca pode estar livre de abimana ou mamakara- Eu e meu. Você nunca pode estar livre de “eu-ismo”; você nunca pode estar livre do sentimento de “meu”: minha gente, meu grupo, minha comunidade, meu, meu, meu. . .
Swami diz este “meu, meu, meu” são maya ou ilusão. Antha Mayi. Tudo é maya ou ilusão. Conseqüentemente, o ponto é este: assim, enquanto a mente estiver no estado sólido - você não pode sair do desejo. Enquanto existir desejo, é certo que estarão apegados. Este eu-ismo, os sentimentos de “eu e minha” continuarão.
“Muito bem, senhor. Sinto apego. Por que não?” Sim, tipos como eu, apegados a um copo quente do café. Sim. Alguns são apegados a um sorvete. Algumas pessoas são apegadas à pizza. Alguns são apegados as suas posições, ao dinheiro. Sim. Por que não? Muito bem. Enquanto vocês forem apegados, vocês nunca poderão estar livres do ego, ahamkara. O Ego estará lá. O Ego não é orgulho. Por favor compreendam: orgulho e ego são diferentes. Ego é eu-ismo. Ego é identidade. Ego é uma reivindicação e orgulho é uma expressão. Orgulho é um produto, enquanto o ego é a origem.
Assim, este sentimento da identidade separada ou de identificação é eu-ismo. Eu sou este. Eu sou esse. Sim, “eu”. Eu sou fulano. Isto é o que nós nos chamamos ”Eu”. Muito bem. Se ”eu” está lá, o que acontecerá? Se eu-ismo ou ahamkara estiverem lá, o que acontecerá? Nunca conseguirá o conhecimento do Si Mesmo ou Atma Jnana. Torna-se impossível o conhecimento do Si Mesmo. É impossível a consciência do Si Mesmo. Como é isso? A menos que a cortina se levante, o cinema não começará. A menos que a cortina seja levantada, o drama não começará. Você não poderá ver o drama. Você não pode testemunhar nenhum filme a menos que a cortina esteja levantada, a menos que a cortina seja descortinada. Estou claro?
Deixe-nos agora ir na ordem inversa. Para ter o Auto-conhecimento, ter a consciência do Si Mesmo, devemos saber que é o Si Mesmo real. Muitas pessoas dizem: “Eu sei o que é o Si Mesmo.” O que sabem é o egoísmo, não o Si Mesmo. O Si Mesmo é diferente do egoísmo. Portanto, dizer: “Eu sei o que é Si Mesmo” tampouco tem significado, porque você é o Si Mesmo. Se eu disser: “eu conheço o Si Mesmo”, o que é este “eu”? Esse ”eu” é o Si Mesmo. “Eu” e o “Si Mesmo” não estão separados. Às vezes, usamos estas palavras.
UM CORAÇÃO PURO É O TEMPLo De DEUS
Havia uma canção. Eu não recordo exatamente qual, mas recordo a palavra Atmanivasi, que significa “esse que reside no Si Mesmo”, ou esse quem vive no Atma ou o espírito ou a consciência. Uma vez, um menino cantava essa canção, e veio à palavra Atmanivasi, e Baba disse: “Não. Não. Mude-a para Hrudayanivasi, esse que vive no coração.”
Alguém perguntou a Swami: “Qual é a diferença?”
Swami respondeu: ”Quando você diz “Atmanivasi”, esse que vive no Atma, não tem nenhum significado porque o Atma está em toda parte. A consciência está em toda parte. Como você pode viver em toda parte? Assim, está errado. Hrudayanivasi: Ele está presente em seu coração. Um coração puro é o templo de Deus.”
Iswara Purdese Arjuna Thistathe.
Deus Se instala no coração. O coração é o centro de Deus. Digo de “todo coração”. Não digo “de toda mente” a menos que eu seja mental! (Risos) A mente é extra. É o coração que leva você lá.
RETIRAR A MENTE para REALIZAr O Si mesmo
Portanto, a fim de ter o Auto-conhecimento, não deve haver nenhum ego. O Ego é a cortina. Para deixar cair esta cortina, você deve estar livre do apego à mente. Para estar livre do apego à mente, você deve ser sem desejos. Para ser sem desejos, a mente deve ser retirada. Isto é o que chamamos uma reação reversível, como ensinado aos estudantes de química. O estudante de química aprenderá: a -> b; b-> a. Similarmente, a mente, uma vez que é retirada, o leva automaticamente à consciência do Si Mesmo ou do Auto-conhecimento. Se a mente estiver lá, não haverá nenhum Auto-conhecimento. Isto é explicado pelo próprio Bhagavan Baba.
SEGUIR O INTELECTO, NÃO A MENTE
Agora Swami leva a outro ponto. O que Ele mencionou está em tantos poemas, mas não quero repeti-los em télugo posto que esse idioma não é conhecido para muitos dos presentes. Portanto, será uma tentativa fútil lê-los em télugo, salvo pela vaidade de exibir minha erudição e já é muito tarde em minha vida cultivar agora esse hábito!
Porém vou dar o significado do poema: O homem que se rege pela mente, que corre atrás da mente, será pior que um animal. O homem que se orienta pelo intelecto está mais perto do Divino.
Mansaatharavu Manovundu
Pasukante Hinayamani Paatananumu.
Buddhaatharau Budda Jananaundu
Paasupathika Maaranunu Palkey Parthi Sayi.
Aqueles que sabem o télugo compreenderão a beleza do poema. Pasupathike Maranu significa que se converte no próprio Deus. Mas se seguir a mente, será pasu, um animal. Se seguir seu intelecto, é o pasupathi ou o próprio Deus. Assim, siga o intelecto, não a mente.
A QUALIDADE DE SEUS PENSAMENTOS DETERMINA A QUALIDADE DE SUA VIDA
Então Swami menciona também outro ponto:
Sadhu Sankalapamala Sertha Sadhuvaganu.
Com todos os bons pensamentos, você é um homem piedoso.
Dushta Sankalapamala Sertha Dushtututaganu.
Com todos os maus pensamentos, você é um homem mau.
Sagala Sankalapa Sununoda Santhivuda.
Se não tens pensamentos, se tem retirado sua mente, você é santo, você é totalmente Divino.
Isso é o que Bhagavan disse. Além disso, Swami disse que se seus pensamentos são tão puros, por certo será bem sucedido na vida. Se seus pensamentos forem impuros - bem, vocês serão um fracasso nas suas vidas.
PENSAR É O QUE SEPARA O HOMEM De DEUS
Aconteceu muitas vezes que quando Swami estava falando, eu ficava emudecido e tudo que poderia dizer era: “Ah! Ah!”
Uma vez Swami perguntou: “O que lhe aconteceu? Você está aqui para traduzir Minha conversa. Por que “Ah”? (Risos) O que lhe aconteceu?” Ele perguntou.
Então disse: “Eu não sou uma máquina. Não sou um artefato eletrônico. Não sou um simples microfone. Amo sua mensagem. Alguns pontos na Sua mensagem vão assim tão profundamente que fico pasmo e permaneço sem falar!”
“Heh! Depois, depois! Rápido, rápido! (Risos) Diga o que tem que dizer. Você pode falar de sua loucura mais tarde! (Risos) Primeiro faça isto.” Isso foi o que disse.
Thala Pulandu Veru Deivam Anabu Kaladani.
No pensamento, você pensa que Deus está em outra parte. No pensamento Deus está separado de você. No pensamento, Deus está longe de você. É o pensamento que o separa de Deus. É o pensamento que pensa que Deus está longe, que Deus é diferente e Deus está separado de você.
Thalachi Naradu Thannu Thanne Marasu.
Pensando que Deus está em outra parte, o homem esquece a ele mesmo, e o homem se perde na selva da vida. O homem está afogado no oceano da família. O homem tornou-se esquecido, o homem está intoxicado, e o homem está cheio de desilusões. Por quê? É o pensamento que o separa de Deus.
Thalachi Thannu Thanne Marasu.
Ele esquece Deus. Por quê? Ele pensa que Deus está longe dele, que Ele está separado dele.
Thalapulani Veda Thane Deivambagu.
Vah! Vah!
Thalapulani Veda Thane Deivambagu.
Uma vez que você deixa cair seus pensamentos, uma vez que o pensamento tenha ido, uma vez que a mente seja retirada, uma vez que a mente esteja em total fusão com o Divino, então
Thaane Deivambugu,
você é Divino. Você é Deus. Assim este tipo de distanciamento, esta sorte de dualismo ou dicotomia, esta separação, são somente por causa da mente.
Portanto, meus amigos, chegamos ao fim do tema: “Como você pensa, assim você se torna - Parte 2.” Na próximas semana abordaremos outro tema, e responderemos também a algumas perguntas que tenho recebido. Muito obrigado pela sua amável presença e pela sua enlevada atenção. Possa Deus abençoá-los.
(Anil Kumar terminou seu satsang cantando “Sai Narayana Narayana.”)
OM…OM…OM…
Asato Maa Sad Gamaya
Tamaso Maa Jyotir Gamaya
Mrtyormaa Amrtam Gamaya
Om Loka Samastha Sukhino Bhavantu
Loka Samastha Sukhino Bhavantu
Loka Samastha Sukhino Bhavantu
Om Shanti Shanti Shanti